02/09/2014

TRIBUTO AO PASSADO - GOVERNADOR RUY LINO, UM GOVERNADOR TARAUACAENSE

FOTO: ACRE EM P&B

GOVERNADOR RUY LINO – Um acreano da boa cepa

Regina Amélia D’Alencar Lino - Se vivo fosse, dia 13 de agosto José Ruy da Silveira Lino estaria completando 90 anos de idade.

Nascido no município acreano de Tarauacá, em 1924, Ruy Lino desfrutara  a aurora de sua vida nas brincadeiras infantis, nas peraltices naturais, divididas frequentemente com o amiguinho Geraldo Brasil, curiosamente nascido no mesmo mês, porém em data inversamente grafado à sua (dia 31) e residente na mesma rua, no número 132, defronte sua residência, de número 231. Ao final da primeira infância querida Ruy Lino seguira para Manaus, a fim de iniciar seus primeiros estudos no Colégio Dom Bosco da capital amazonense.

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ESSA TAL DE TARAUACÁ É FOGO!

LEITOR ENVIA FOTOS DO LOCAL PERTO DE PORTO VELHO ONDE FICOU ALAGADO ANO PASSADO - TIREM SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES

CURSOS TÉCNICOS PAGOS POR GOVERNO TÊM EVASÃO DE ATÉ 60%


 Laboratório de faculdade que oferece Pronatec: desafio de reter os alunos

Ruth Costas - Faculdades privadas provedoras de cursos técnicos do Programa Nacional de Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) - uma das vitrines da campanha da presidente Dilma Rousseff - estão tendo de lidar com taxas de evasão que podem chegar a 50% ou 60%, segundo relataram à BBC Brasil alguns de seus coordenadores.

Dilma costuma ressaltar em seus discursos de campanha que o Pronatec já teria atingido 8 milhões de matrículas - mas não contabiliza as desistências.

"O problema da evasão é um dos nossos maiores desafios: hoje, nossa taxa é de quase 60% e estamos implementando uma série de medidas para tentar reduzir isso", disse a BBC Júlio Araújo, que coordena os cursos do programa na Faculdade Sumaré.
O Pronatec existe desde 2011, mas as faculdades privadas só passaram a ser habilitadas para oferecer seus cursos no final do ano passado.

Na Sumaré, chegaram a ser matriculados em cursos de Técnico em Informática e Programação de Jogos Digitais quase 7.500 alunos desde o final do ano passado. Mas, desses, apenas 3 mil continuam frequentando as aulas.

"E temos falado com outras instituições de ensino superior que têm reportado problemas semelhantes", diz Araújo.

De fato. Paulo de Tarso, diretor de pós-graduação e cursos técnicos da Kroton Educacional - maior companhia de ensino de capital aberto do país, que chegou a inscrever 58 mil alunos Pronatec em faculdades como a Anhanguera, a Pitágoras, a Universidade de Cuiabá e a Uniban - diz que seu grupo tem lidado com índices de evasão que variam de 45% a 60% nos cursos do programa.
E na Faculdade dos Guararapes, em Pernambuco, de cada 100 inscritos, 27 não terminam o curso segundo Fernando Tranquilino, diretor para o Pronatec.
O governo paga para as faculdades particulares (além de outras instituições públicas e privadas) oferecerem cursos do Pronatec valores que costumam variar de R$ 5 a R$ 8 a hora/aula por estudante. Em um curso de 1000 horas, isso significa um custo total por aluno que pode chegar a R$ 8 mil.
Como os repasses são condicionados a frequência dos estudantes, no caso de uma desistência, também são suspensos. Mas o governo não tem como recuperar o dinheiro já investido.
Dados oficiais
Oficialmente, o índice de abandono dos cursos Pronatec é de 12,8% segundo o Ministério da Educação (MEC).
A taxa é muito mais baixa que a reportada pelas faculdades, mas já indica que, do total de 8 milhões inscritos oficialmente – número exaltado por Dilma - quase 1 milhão não devem concluir o curso.


Além disso, cerca de 25% das inscrições do Pronatec foram feitas nos últimos seis meses. Esses são alunos que de imediato podem ser contabilizados como "matriculados", embora também não se saiba quantos chegarão a concluir seus cursos.
"Não sei como o governo está chegando nesse índice oficial de 12% de evasão, mas ele nos parece totalmente irreal", disse um coordenador de uma faculdade privada, sob condição de anonimato.

"A nossa realidade é diferente. Às vezes, de cada 100 que se inscrevem só 70 aparecem para o primeiro dia de aula."

O secretário de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do MEC, Aléssio Trindade, alega que índices de evasão muito acima do oficial poderiam ser casos "isolados" compensados por taxas menores em cursos ministrados por outros provedores – entre eles, escolas técnicas, instituições federais e entidades do sistema S, que de fato são responsáveis pela maior parte das vagas do Pronatec.

Trindade diz nunca ter sido procurado pelas faculdades privadas para tratar de qualquer problema ligado à questão da evasão e explica que, pelo menos no caso de alunos que não aparecem na primeira semana de curso, elas têm a opção de desligá-los do programa e oferecer as vagas para outros estudantes.
O comitê de campanha de Dilma também nega que a candidata esteja "inflando" os números ligados ao Pronatec ao fazer a opção pelo total de matrículas – e não de concluintes - em seus discursos.

"O número de inscritos é mais fácil de ser contabilizado, uma vez que os cursos têm durações diferentes", foi a justificativa do comitê de campanha.

Trindade, do MEC, confirma que o número de alunos que efetivamente concluíram os cursos só será consolidado no final do ano.

Causas da Evasão
Segundo as faculdades privadas, a evasão de alunos do Pronatec teria cinco possíveis causas.
Alguns deixariam os cursos por dificuldade em acompanhar seus conteúdos.
"Não são raros os que têm deficiências básicas do ensino médio ou estão fora da escola há muito tempo e nossos professores precisam ser instruídos para lidar com esses estudantes", diz Araújo.
"Há os que entram no curso de TI sem sequer ter um e-mail, por exemplo."
Entre as soluções testadas pelas universidades para amenizar esse tipo de dificuldade estariam as aulas de nivelamento e de reforço.
"Temos cursos desse tipo na área de matemática e português", conta Tarso.

Uma segunda causa da evasão seria a dificuldade dos alunos em conciliar o curso com o trabalho.
"Contraditoriamente, muitos alunos que acham emprego – o grande objetivo de nossos cursos - acabam tendo de abandonar as aulas", conta Araújo.

A falta de comprometimento também pode ser um problema, segundo Priscila Sperling, coordenadora do Pronatec da Anhanguera Educacional.

"Você poderia esperar que, pelo curso ser de graça, os alunos se empenhariam mais, mas é o contrário: porque não há nenhum tipo de custo, há quem faça a inscrição sem pensar no tempo e esforço que terá de empregar para seguir as aulas", diz ela.

Também haveria estudantes com dificuldades para pagar pelo transporte para frequentar os cursos.
Por fim, os provedores do Pronatec acreditam que as desistências podem estar ligadas a pouca informação que alguns alunos têm sobre os cursos na hora de se fazer a inscrição.
"Temos o caso de uma dona de casa que achou que iria se matricular em um curso de TI de 1.000 horas para consertar o computador de casa ou de alunos de Programação de Jogos Digitais que achavam que iam ficar jogando na aula", diz Araújo.
"Instalamos uma equipe de apoio para tirar dúvidas e informar melhor os estudantes na hora da matrícula para evitar esse tipo de situação."

Histórico
As faculdades particulares começaram a oferecer cursos Pronatec no final do ano de 2013, após uma mudança na regulamentação do programa.
Para serem habilitadas, precisam alcançar um mínimo de nota 3 no chamado Índice Geral de Cursos em cursos de graduação de áreas correlatos aos cursos técnicos que pretendem oferecer.
Para o governo, a vantagem do esquema é poder usar toda a infraestrutura das faculdades para os alunos dos cursos técnicos.
Para as instituições privadas, entrar no Pronatec é uma oportunidade de ampliar o uso de suas salas e laboratórios no período matutino e vespertino – em que elas costumam ter capacidade ociosa.
"Outra vantagem é que, como é o governo que paga pelos cursos, a inadimplência não é um problema, diferentemente do que ocorre com os alunos da graduação", diz Araújo.

ELEIÇÕES: ACRE REÚNE O MAIOR PERCENTUAL DE CANDIDATOS POUCO ESCOLARIZADOS DO PAÍS

No Acre, o índice de candidatos que apenas
 “leem e escrevem” ultrapassa a média nacional
Kellyton Lindoso - Uma publicação da revista Veja mostra uma realidade cada vez mais notável no cenário político acreano: o estado reúne o maior número de candidatos pouco escolarizados do país. No estado, a taxa é quatro vezes maior que a brasileira.

De acordo com informações, em algumas regiões do país, como no Acre, o índice de candidatos que apenas “leem e escrevem” ultrapassa a média nacional. Isso ocorre nas regiões Norte (1,58%) e Nordeste (1,06%) – menos desenvolvidas economicamente –, mas também na Sul (1,30%).

No infográfico do site de Veja, é possível fazer também uma análise por estados. Dez deles estão acima da média nacional: São Paulo (1,26%), Minas Gerais (1,54%), Amazonas (1,58%), Ceará (1,83%), Pernambuco (2,11%), Rio Grande do Sul (2,30%), Rio Grande do Norte (2,49%), Alagoas (2,95%), Roraima (3,56%) e Acre (4,7%).

É notável o percentual do Rio Grande do Sul, um estado rico e desenvolvido, onde o índice de candidatos com baixo grau de instrução é o dobro da média nacional.

Citando como exemplo o comediante e deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca, a publicação classifica como “discrepante” e “ainda elevada” as questões que dizem respeito à escolaridade dos políticos em relação às médias do país.

“Neste ano, os partidos escolheram 45% de seus representantes para disputas eleitorais entre os diplomados com grau superior, e 30% entre os que passaram pela escola, mas não chegaram à universidade. A distância entre as duas principais classificações dos candidatos, com base no critério de escolaridade, diminuiu em 2014“, segundo a publicação.
Há quatro anos, os candidatos formados em universidades representavam 46%, e os que concluíram o ensino médio, 27%”.

Os dados de 2010 do censo do IBGE apontam que apenas 7,9% da população brasileira com 10 anos de idade ou mais concluíram um curso superior e que 50,2% não chegaram ao fim do ensino fundamental ou não tinham instrução.

Mas, esses números estão em evolução, o que também tem alterado o perfil dos candidatos no Brasil. Há dez anos, só 4,4% dos brasileiros tinham curso superior e 65,1% estavam com o fundamental incompleto.

É possível detectar as tendências apontadas pelo IBGE no perfil do eleitorado nacional. De 2010 para 2014, o porcentual de eleitores com ensino superior completo passou de 3,7% para 5,6%. E os com ensino médio completo, de 13,1% para 16,6%. Ao mesmo tempo, os analfabetos caíram de 5,9% para 5,1%, e os que só “leem e escrevem” passaram de 14,5% para 12%.

Critérios de partidos funcionam como porta de entrada para os menos escolarizados

Apenas seis dos 32 partidos no país inverteram os critérios de seleção de candidatos e funcionam como porta de entrada para candidatos menos escolarizados: PSDC, PTdoB, PSL, PRTB, PTN e PRP – este último também é o que mais deu legenda a candidatos que podem ser classificados como analfabetos funcionais.

Estes partidos são os únicos em que o número de candidatos com instrução média é proporcionalmente maior do que os com formação superior. As taxas variam de 36% (PRP) a 41% (PSDC). Ou seja, é mais provável que uma pessoa com estudos limitados ao ensino médio consiga se candidatar por uma dessas seis legendas nanicas – assim apelidadas justamente pela falta de filiados eleitos no Congresso Nacional ou em prefeituras – do que por um partido de grande porte.

Os critérios de seleção dos candidatos são definidos em convenções estaduais de cada partido. As siglas seguem regras particulares – a Justiça Eleitoral só exige uma “cota de gênero”, que na prática funciona como uma reserva de no mínimo 30% das vagas para mulheres nas eleições proporcionais.

O perfil dos candidatos também varia de acordo com o histórico de filiações e formação do corpo de militantes: o PT, PSDB e PMDB, por exemplo, possuem bases entre acadêmicos. O PSD tem vínculos com empresários do comércio.

VISITANTE ILUSTRE - CIGARRA - 02/09/2014

01/09/2014

PRA QUE SERVE A ONU?


OHH ÓRGÃOZINHO PARADO!

SABE DE NADA INOCENTE!!!

IDOSA DE 77 ANOS REAGE A ASSALTO E MATA CRIMINOSO NO RS


Na noite do último sábado (30), um criminoso foi morto a tiros por uma idosa de 77 anos enquanto tentava assaltar seu estabelecimento no bairro Navegantes, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Fachada do estabelecimento, foto reprodução
O caso aconteceu por volta das 21h30, quando o homem armado entrou na 'Padaria da Vovó' e anunciou o assalto. Nervosa com as constantes tentativas de roubo, a idosa sacou um revólver calibre 38 e disparou duas vezes contra o criminoso. 

Devido a problemas cardíacos, a mulher entrou em choque com a situação e teve que ser levada a hospital. Ela passou a noite no pronto-socorro e foi liberada na manhã deste domingo.

Com um tiro no pescoço e outro no braço, Jhonatan Silveira Ferreira, de 24 anos, morreu no local. Segundo o jornal "Zero Hora",  o assaltante não tinha antecedentes, mas, segundo informações preliminares da Polícia Civil, ele seria usuário de drogas.

A procedência do revólver utilizado pela idosa será investigada e, caso não tenha registro, a mulher poderá responder por porte ilegal de arma.

BRASIL É LÍDER MUNDIAL EM AGRESSÃO A PROFESSORES


Em pesquisa que ouviu 100 mil docentes em 34 países, 12,5% dos brasileiros contam que são agredidos ou intimidados uma vez por semana dentro da escola

FRANCISCO EDSON ALVES/Rio - No dia 12 deste mês, o professor de Biologia Carlos Cristian Gomes, de uma escola estadual de Sergipe, levou cinco tiros de um aluno de 17 anos, que teria ficado revoltado com uma nota baixa. Gomes está internado em estado grave e respira por aparelhos. Esta semana, professores do Ciep Pablo Neruda, no bairro Laranjal, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, ameaçaram parar suas atividades em protesto por causa das constantes agressões verbais desferidas por alunos.

R., 45 , há dois anos teve que sair do Ciep Estaudal Raul Seixas, em Costa Barros, depois de ser agredido por aluno e parentes do estudante

Os dois casos recentes de violência contra docentes ilustram pesquisa feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que revela que 12,5% dos professores ouvidos no Brasil se disseram vítimas de agressões verbais ou intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana. A enquete foi feita em todo o mundo e abordou mais de 100 mil professores e diretores de escolas do segundo ciclo do Ensino Fundamental e do Ensino Médio (alunos de 11 a 16 anos). O resultado põe o Brasil no topo do ranking de violência em escolas.

“Infelizmente, isso é pura realidade. No Estado do Rio, os professores são vítimas diariamente de vários tipos de agressões físicas e verbais. Tanto que estamos preparando um levantamento sobre o assunto”, diz a professora Beatriz Lugão, diretora do Sindicato dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ). 
De acordo com ela, o clima de violência nas escolas públicas é desencadeado por diversos motivos.

“Sobretudo pela quantidade insuficiente de professores, falta de inspetores, espaços físicos sucateados e insegurança no entorno. No meio disso tudo, como um para-raio, está o professor”, diz ela.

Os índices referentes ao Brasil são os mais altos entre os 34 países pesquisados, onde a média entre eles é de 3,4%. Depois do Brasil, vem a Estônia, com 11%, e a Austrália com 9,7%. Na Coreia do Sul, Malásia e Romênia, o índice é zero.

Além de ataques, professores convivem com ameaças de morte. É o caso de R., 45 anos, que há dois anos teve que sair do Ciep Estadual Raul Seixas, em Costa Barros, depois de retirar um aluno que fazia bagunça na sala de aula e apanhou dele, da mãe e do irmão do estudante. O caso foi registrado na 39ª DP (Pavuna).

No país, só 12,6% consideram que são valorizados

Para Dirk Van Damme, chefe da divisão de inovação e medição de progressos em educação da OCDE, pela escola estar mais aberta à sociedade, os alunos levam para a aula seus problemas cotidianos. “Essa é uma das possíveis razões pelo quadro revelado pela pesquisa”, argumenta Van Damme.

De acordo com ele, o Estudo Internacional sobre Professores, Ensino e Aprendizagem (Talis, na sigla em inglês), também expôs que somente um em cada dez professores (12,6%) no Brasil acredita que a profissão é valorizada pela sociedade. Nesse quesito, a média global alcançou 31%. 

Pela enquete, o Brasil está entre os dez últimos da lista em relação ao assunto. No último lugar aparece a Eslováquia, com 3,9%, seguida de França e Suécia, onde só 4,9% dos professores acham que têm o devido valor perante a sociedade.

A surpresa ficou por conta da Malásia, onde 83,8% dos professores acham que a profissão é valorizada. Cingapura, com 67,6%, e a Coreia do Sul, com 66,5%, também tiveram boas avaliações nesse item. A pesquisa indicou ainda que, apesar dos problemas, a maioria dos professores no mundo se diz satisfeita com a função.

EMPRESA DEVEM ASSUMIR PAPEL DE LIDERANÇA FRENTE ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS, DIZ PAVAN SUKHDEV



planetasustentave/Marina Maciel - O último relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) deixou claro: as mudanças climáticas já estão acontecendo, em todos os lugares do mundo. Apesar dessa conclusão, o setor privado ainda não assumiu sua responsabilidade de impulsionador da mudança do clima. É urgente reconhecer isso e ter atitude para reverter a situação.

A afirmação é do economista indiano Pavan Sukhdev, autor do livro Corporação 2020: como transformar as empresas para o mundo de amanhã, lançado em português pelo Planeta Sustentável. Sukhdev foi o terceiro palestrante da série de debates Mudanças Climáticas: Rumo a um novo Acordo Global, promovido pelo Instituto CPFL Cultura, em parceria com o Planeta Sustentável e o GT de Clima do Pacto Global, sob curadoria do engenheiro florestal Tasso de Azevedo, que também é conselheiro do Planeta e curador do Blog do Clima.

De acordo com Sukhdev, a relação entre empresas e o uso responsável dos recursos naturais está na raiz do problema. Não são tributados os minérios usados e outras atividades poluidoras, mas os bens e o custo da mão-de-obra. Segundo o economista, o cálculo das externalidades é um passo para reconhecer as responsabilidades, além de ser benéfico para funcionários e a população, não apenas para os acionistas. “Temos que desafiar a definição de corporação de hoje. Não concordo com a doutrina de que a única responsabilidade do setor privado é o lucro”, afirmou.

Segundo o economista, as corporações determinam a forma de fazer política, já que as principais ações dos políticos – como geração de emprego, crescimento econômico e financiamento de campanhas – dependem delas. “Os políticos não são mais líderes; são seguidores. Os presidentes das empresas são os líderes. Eles devem dar o exemplo”, defendeu. Por isso, concluiu, CEOs devem ter pulso firme para pedir mudanças, por exemplo, subsídios para energia limpa.

Outro ponto destacado por Sukhdev para o agravamento das mudanças climáticas foi o estímulo à obsolescência dos produtos. Segundo ele, a ética da propaganda deve ser questionada e as agências devem ser responsabilizadas pelo estímulo ao consumo de novos bens. “Nosso propósito deveria ser criação de valor, não de volume”, disse.

Sukhdev percebe hoje poucas empresas que são bons exemplos de liderança frente às mudanças do clima. Porém, elas não têm outras corporações seguidoras. Para ele, essa lacuna precisa ser preenchida por regulamentações impostas pelo Estado. “Empresas são como animais. Elas evoluem conforme qualquer espécie. As instituições políticas têm que mudar para as corporações evoluírem”, concluiu.

Nos vídeos abaixo, assista à palestra completa em inglês…


... ou português.

CÃO DA POLÍCIA DOS EUA É ENTERRADO COM HONRAS APÓS MORRER EM SERVIÇO


Kye foi esfaqueado por suspeito que tentou perseguir em Oklahoma.
Policial que trabalhava com o animal matou o homem e é investigado.

O policial Ryan Stark homenageia o cachorro Kye durante seu funeral nos EUA. Animal era da polícia de Oklahoma (Foto: Sue Ogrocki/AP)


Um cachorro da polícia da cidade de Oklahoma, nos Estados Unidos, foi enterrado com honras nesta quinta-feira (29) após morrer em serviço. Durante o funeral de Kye, o sargento Ryan Stark, que trabalhava com o animal, levantou a tampa do caixão, que estava envolto pela bandeira norte-americana, para prestar uma última homenagem ao cão.

A morte do animal aconteceu no último domingo (24). Policiais faziam uma perseguição a um suspeito em um carro. O homem, Mark Salazar, acabou batendo o veículo e tentou fugir a pé. O policial Stark então soltou Kye para perseguir o suspeito.

Quando Stark se preparava para chamar Kye de volta, viu que Salazar estava esfaqueando o cachorro, segundo a emissora OKC Fox.

Foi quando o policial sacou sua arma e atirou no suspeito, que morreu no local.

Stark foi afastado do trabalho e é investigado pela morte de Salazar. A polícia quer saber se os disparos feitos por ele foram justificados.

Kye foi levado para cirurgia depois do ataque, mas morreu na segunda-feira (25). Ele trabalhava para a polícia de Oklahoma há cerca de dois anos.

Policiais passam pelo caixão do cachorro Kye durante seu funeral nos EUA (Foto: Sue Ogrocki/AP)

31/08/2014

PEGADINHA DO ATIRADOR DE ELITE

APÓS APROVAR LEI PARA PORTE DE ARMAS, CRIMINALIDADE NA CIDADE DE CHICAGO DESPENCA



spotniks - Estado de Illinois aprovou recentemente uma lei permitindo cidadãos portarem armas de fogo; até o final do ano, estima-se que o estado tenha 100 mil cidadãos armados.

O número de crimes diminuiu desde que o estado norte-americano de Illinois aprovou o porte de armas por civis. Desde Julho deste ano o porte de armas está permitido para cidadãos maiores de 21 anos que possuírem a autorização legal emitida pela polícia.

De acordo com os órgãos oficiais, Chicago, a maior cidade do estado, registrou 20% menos prisões por assaltos em comparação com o ano passado, 20% menos roubos de casas, 26% menos roubos de veículos e a taxa de homicídios caiu 56%.

“Não é nenhuma coincidência que as estatísticas de criminalidade tenham começado a cair desde que o porte foi permitido. Apenas a ideia de que criminosos não sabem quem está armado e quem não está já possui um efeito dissuasor”, diz Richard Pearson, diretor-executivo da Associação de Rifles do Estado de Illinois.

Recentemente, as próprias autoridades chamaram de “modelo de cidadão” um homem de 86 anos que impediu um assalto após atirar no suspeito. Ele estava numa loja da AT&T quando a ação ocorreu. O tiro disparado debilitou o suspeito, que foi logo preso por policiais. O homem não teve seu nome revelado.

Outro estudo, da Crime Prevention Research Center, mostrou que o número de cidadãos norte-americanos com licença de porte de armas cresceu 147% nos últimos 7 anos, enquanto as taxas de homicídios e crimes violentos caíram 22%.

“Existe uma porção de estudos acadêmicos sobre isso, e se você olhar nos estudos que sofreram revisão por pares, a conclusão é que a grande maioria encontrou algum benefício no porte armas sobre as taxas de criminalidade – e, o melhor, sem custos”, diz John Lottr Jr., presidente do Centro de Pesquisas para Prevenção de Crimes, que conduziu o estudo acima.

A demanda por armas no estado cresceu desde que a lei foi aprovada. No site da polícia do estado, existe uma nota explicando a demora que alguns cidadãos estão passando para receberem o Registro de Identificação de Portador de Arma de Fogo (FOID Card): a demanda pelo serviço está batendo recordes e muitos candidatos erram na hora de preencher o formulário, atrasando o processo. A expectativa é de que até o final do ano 100 mil portadores de armas de fogo residam no estado.

A permissão para o porte de armas em Illinois exige pelo menos 16 horas de aulas de tiro e custa em torno de US$ 600 (R$1.346). Entre outras exigências estão uma ficha de crimes limpa há pelo menos 5 anos, não estar sob processo de prisão e ser maior de 21 anos. Se aprovado para obter o FOID Card, o cidadão terá direto de portar armas portáteis de cano curto, como pistolas e revólveres.

MINHA SANTA PACIÊNCIA, DAI-ME PACIÊNCIA - VAI SER MAL EDUCADO ASSIM LÁ NO ....


LIVRAI-NOS DOS MAL EDUCADOS TAMBÉM


PERDÃO SENHOR!

30/08/2014

MUITO LINDA, MAS PRECISAVAM TER CORTADO O ACRE?


APÓS 38 ANOS: PREFEITURA RESGATA EXPOACRE TARAUACÁ




O prefeito de Tarauacá, Rodrigo Damasceno realizou oficialmente na manhã de quinta-feira, 28, o lançamento da Expoacre Tarauacá 2014, considerado um dos maiores eventos já realizado no município. A última Exposição já realizada em Tarauacá aconteceu há 38 anos atrás, ainda na gestão do ex-prefeito, Ênio Ayres, hoje após 38 anos, a festividade terá três noites de duração, com inicio no dia 01 de Outubro, reta final do Novenário de São Francisco,  e término no dia 03, tendo como atração principal, na segunda noite com show do cantor Léo Magalhães.


A cerimônia de lançamento aconteceu na Rádio Nova Era FM, contando ainda com a presença do vice-prefeito, Chagas Batista e do Secretário de Cultura, Esporte e Turismo João Maciel. Além disso, os ouvintes tiveram a oportunidade de conhecer as atrações do evento, os artistas que foram contratados para animar a multidão.


O  prefeito Rodrigo Damasceno, relata que a exposição proporciona a sociedade urbana conhecer a vida do produtor do campo. “A valorização e o reconhecimento das famílias que vivem do agronegócio são de fundamental importância para toda a sociedade. Nossa Administração reconhece e confia na agricultura Acriana”, declarou.


Rodrigo agradeceu a todos os parceiros, em especial, o Governo do Estado, SEBRAE, dentre outros colaboradores, acrescentando ainda  que a festividade ajuda a aquecer a economia de Tarauacá em diversos setores. “Essa é mais uma das iniciativas que nos ajudam a trazer as pessoas para momentos de diversão, como também ajuda a movimentar a nossa economia, por isso, não medimos esforços para resgatar esta festividade”, complementou.

A feira é realizada pela a Prefeitura de Tarauacá, em parceria, com o governo do Estado, e acontecerá na Praça da Municipal. O prefeito Rodrigo Damasceno já confirmou a participação do show do cantor Léo Magalhães, atração principal da festa, além de outras atrações regionais. A tradicional cavalgada ocorrerá no dia 30 de Setembro.

Assecom Tarauacá

FACECOISAS - 30/08/2014