30 de ago de 2016

DESEMPREGO SOBE PARA 11,6% E BRASIL SOMA QUASE 12 MILHÕES DE PESSOAS DESOCUPADAS


Taxa de desemprego no trimestre encerrado em julho é a maior da série histórica; renda média real do trabalhador cai 3% no período
        
Daniela Amorim - A taxa de desocupação no Brasil subiu para 11,6% no trimestre encerrado em julho de 2016, após ficar em 11,3% nos três meses até junho, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta terça-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o maior da série histórica, iniciada em 2012. Em igual período do ano passado, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 8,60%. 

A população desocupada também atingiu o patamar recorde de 11,847 milhões de pessoas, um avanço de 37,4% em relação a julho de 2015, o equivalente a 3,225 milhões de indivíduos a mais em busca de uma vaga. A população desocupada também atingiu o patamar recorde de 11,847 milhões de pessoas, um avanço de 37,4% em relação a julho de 2015, o equivalente a 3,225 milhões de indivíduos a mais em busca de uma vaga. Já a população ocupada encolheu 1,8% no período, para um total de 90,487 milhões de pessoas, o equivalente à eliminação de 1,698 milhão de postos de trabalho.

Taxa de desocupação no Brasil ficou em 11,6%
no trimestre encerrado em julho
A renda média real do trabalhador foi de R$ 1.985 no trimestre até julho de 2016. O resultado representa queda de 3,0% em relação ao mesmo período do ano anterior. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 175,3 bilhões no trimestre até julho, queda de 4,0% ante igual período do ano anterior.

"A população ocupada voltou ao mesmo nível que era no primeiro trimestre de 2013. A mesma coisa aconteceu com o rendimento, voltou ao mesmo patamar do primeiro trimestre de 2013", ressaltou Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

O resultado da taxa de desemprego não foi maior porque houve aumento de 1,0% na inatividade. No período de um ano, 617 mil pessoas deixaram a força de trabalho no País.

Desde janeiro de 2014, o IBGE passou a divulgar a taxa de desocupação em bases trimestrais para todo o território nacional. A nova pesquisa substitui a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que abrangia apenas as seis principais regiões metropolitanas, e também a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) anual, que produz informações referentes somente ao mês de setembro de cada ano.

Informalidade.  O setor privado cortou 1,396 milhão de vagas com carteira assinada em um ano, uma queda de 3,9% no trimestre encerrado em julho ante o mesmo período de 2015. "A carteira de trabalho tem o menor patamar desde o trimestre encerrado em julho de 2012", observou Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

O total de trabalhadores com carteira assinada está em 34,343 milhões, menor nível desde julho de 2012, quando somava 34,288 milhões. O pico da carteira assinada foi em junho de 2014, quando o mercado de trabalho contava com 36,880 milhões de empregados formais.

Já o trabalho por conta própria aumentou 2,4% em julho ante julho de 2015, 527 mil pessoas a mais nessa condição. O trabalho sem carteira assinada no setor privado avançou 0,9%, 95 mil a mais. Já o trabalho doméstico cresceu 2,1% em um ano, mais 126 mil pessoas nessa condição.

Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, encerrado em abril de 2016, houve redução expressiva no contingente de pessoas trabalhando por conta própria (342 mil pessoas a menos, queda de 1,5%), e elevação no total de informais no setor privado (207 mil indivíduos a mais, alta de 2,1%).

Segundo Azeredo, o resultado significa que muitos dos trabalhadores com carteira assinada que foram demitidos e passaram a trabalhar por conta própria tiveram que voltar à informalidade no setor privado ou ficaram sem ocupação depois que seus negócios "não vingaram". Com mais pessoas em busca de uma vaga, aumenta ainda mais a taxa de desemprego, explica o pesquisador.

"Além daqueles que perderam o emprego, dos que estão se desfazendo dos negócios recém-abertos, tem aquelas pessoas atingidas indiretamente pela crise. São parentes das pessoas que estão perdendo o emprego e que vão buscar um posto de trabalho", justificou Azeredo. 

NÃO SE DEIXE LEVAR PELAS APARÊNCIAS, AS PRAIAS DE BANHO DE TARAUACÁ ESTÃO REPLETAS DE LIXO


Enfia uma coisa na sua cabeça de uma vez por todas. O rio não é obrigado a se encarregar das suas latas de cerveja, sacolas plásticas com farofa etc.

Seja educado, recolha seu lixo e jogue na lixeira em casa.

INVESTIGAÇÃO APONTA LIQUEFAÇÃO COMO CAUSA DE DESASTRE DA SAMARCO E NÃO INDICA CULPADOS


Distrito de Bento Rodrigues, atingido por
deslizamento em Marian
Ricardo Moraes - Investigação contratada pela Samarco e por suas controladoras, Vale e BHP Billiton, sobre o rompimento da barragem de Fundão, confirmou nesta segunda-feira teses já publicadas por autoridades e apontou como causa a perda de estabilidade na fundação de rejeitos, em um processo conhecido como liquefação.

Relatório publicado pela Cleary Gottlieb Steen & Hamilton LLP, que realizou investigação, afirmou que a liquefação foi consequência de uma cadeia de eventos e condições, incluindo alterações feitas no projeto em anos anteriores ao rompimento.

A investigação, entretanto, não apontou culpados para aquele que é considerado o pior desastre ambiental da história do Brasil. Com o estouro da barragem, uma onda de lama matou 19 pessoas e deixou centenas de desabrigados, além de ter poluído o rio Doce, que deságua no mar, no final do ano passado.

Por meio de uma vídeo conferência, Norbert Morgenstern, chairman do painel de especialistas da Cleary Gottlieb Steen & Hamilton LLP, explicou a jornalistas que foi depositada lama em áreas não previstas na chamada ombreira esquerda da barragem e que também foi feito um recuo do eixo da ombreira no mesmo local.

Dessa forma, de acordo com a investigação, havia lama abaixo do maciço que passou por processos de alteamento, quando as paredes da estrutura são aumentadas para receber mais rejeitos.

"O papel da lama contribuiu para ser um gatilho do rompimento da ombreira esquerda", afirmou Morgenstern.

A investigação também apontou que tremores de terra ocorreram antes do rompimento da barragem.

"Com apenas um pequeno incremento adicional de carga produzido pelos abalos sísmicos, o gatilho da liquefação foi acelerado e iniciou o fluxo de rejeitos", apontou o resumo executivo da investigação.  

"TESE DE DEFESA"

A divulgação feita nesta segunda-feira em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, levantou críticas do promotor de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais Carlos Eduardo Pinto, para quem a conclusão da investigação foi uma tese de defesa.

Pinto assistiu à apresentação das empresas em um link disponibilizado na internet. Em uma primeira análise, visto que a conclusão da investigação foi publicada na tarde desta segunda, ele afirmou que "não foi possível atestar qualquer afirmação adicional que retire as conclusões da polícia", que apontou que a Samarco ignorou sinais claros de risco de rompimento da barragem.

"Isso deve ser levado em conta como tese de defesa... eles apresentaram algumas conclusões que as autoridades já tinham chegado, mas tentaram minimizar de alguma forma", disse Pinto à Reuters, em uma entrevista por telefone.

O promotor argumentou que as empresas precisavam entregar uma investigação própria e o fizeram no mesmo dia do depoimento da presidente afastada Dilma Rousseff no Senado, e com executivos das três companhias se esquivando de perguntas.

Além disso, ressaltou o promotor, Morgenstern, da Cleary, participou do evento falando de Toronto (Canadá), e respondeu perguntas de jornalistas de forma curta e objetiva, recomendando sempre a leitura aprofundada do relatório.

O presidente da Vale, Murilo Ferreira, o presidente da Samarco, Roberto Carvalho, e o diretor comercial da BHP Billiton, Dean Dalla Valle, presentes no evento, lamentaram mais uma vez o desastre e suas consequências e saíram sem responder perguntas.

"A Samarco durante muito tempo alegou que processava boas práticas e o relatório não trouxe demonstrações de boas práticas, pelo contrário, traz alterações do projeto, que não seriam permitidas", frisou.
Os três executivos destacaram que a investigação mostra transparência e contribui para evitar novos desastres. Entretanto, nem a investigação nem os executivos apontaram ações que poderiam ter sido realizadas para evitar a tragédia.

LAUDOS TÉCNICOS

Ainda que não tenha apontado culpados, a investigação indicou que diversos acontecimentos não planejados, durante a construção e a operação da barragem, influenciaram a forma como os rejeitos foram depostos no local e contribuíram com o desastre.

Um primeiro incidente ocorreu em 2009, segundo o resumo executivo da investigação, devido a defeitos de construção no dreno de fundo. "A barragem foi tão danificada que o conceito original não poderia mais ser implementado", afirmou.

No projeto revisado, em 2010, segundo a Cleary, houve uma mudança fundamental no conceito, que introduziu um potencial de liquefação. Já em 2011 e 2012, enquanto o novo projeto estava sendo construído, alguns critérios não foram observados, permitindo o recalque de lama onde não estava previsto.

Outro incidente, segundo a investigação, aconteceu em 2012, quando uma galeria de concreto sob a ombreira esquerda da barragem "foi considerada estruturalmente deficiente e incapaz de suportar mais carga".

Dessa forma, a barragem não poderia ser mais alteada por cima dela, até que a galeria fosse preenchida com concreto e desativada.

"Para manter as operações, naquele período, o alinhamento da barragem na ombreira esquerda foi deslocado da sua posição anterior. Isso colocou o maciço diretamente em cima das lamas depositadas anteriormente", disse a Cleary, explicando que a partir daí estavam criadas todas as condições para a liquefação.

(Por Marta Nogueira; com reportagem adicional de Stephen Eisenhammer, no Rio de Janeiro)


Nota do blog: Acredite se quiser. O Brasil só tem um jeito, se for redescoberto por uma outra raça.

29 de ago de 2016

ACHO QUE O CAMINHÃO DE "COLETA" DE LIXO ACABOU DE PASSAR PELA AV. TANCREDO NEVES

POLÍTICA DE TARAUACÁ ESTÁ COMO AS ÁGUAS DOS RIOS, BAIXÍSSIMO NÍVEL



Eu já esperava uma campanha de baixo nível aqui em Tarauacá, mas confesso que alguns conseguiram superar as minhas expectativas. Como diz aquele velho ditado, a gente dá o que tem.

Ser combativo não é sinônimo de vigarice.

Nunca na história desse município se viu tanta baixaria.

Mas não se esqueçam que tudo fica registrado. Graças a Deus e a vergonha que vocês passarão no futuro.

TRIBUTO AO PASSADO - TARAUACÁ - DISTRIBUIDORA DISBRAN

Com Sr. Fernando dirigindo o caminhão.

JESUS SÉRGIO COMEMORA INÍCIO DAS OBRAS DA UNIDADE PRISIONAL FEMININA DE TARAUACÁ



Da assessoria - O deputado estadual Jesus Sérgio (PDT) comemorou o início das obras da Unidade Prisional Feminina em Tarauacá. A vereadora Janaína Furtado (Rede Sustentabilidade) esteve conferindo de perto o andamento da obra acompanhada do diretor do Iapen, Martin Hessel, na última sexta-feira (26).

Na primeira quinzena de agosto, Jesus Sérgio havia sido informado, por meio de Ofício, que o prédio provisório, alugado pelo Estado, estaria passando por adequações e, que em breve, estaria apto a receber as detentas dentro das normas de garantias e respeito a pessoa humana. 

Desde o início do ano, a vereadora Janaína buscou apoio do deputado Jesus Sérgio na Assembléia Legislativa do Acre (Aleac) para que dialogasse junto às autoridades estaduais. 

De imediato, Jesus Sérgio apresentou requerimentos endereçado ao Iapen, realizou - acompanhado da vereadora Janaína Furtado - visita em inloco às detentas e participou de reuniões com o diretor do Iapen, a fim de dar maior rapidez a demanda apresentadas pelos familiares das detentas, que cumprem pena no presídio feminino de Cruzeiro do Sul.

Desde o ano passado, a justiça de Tarauacá, determinou que o Estado deveria construir ou locar uma Unidade Prisional Feminina em Tarauacá num prazo de 180 dias, mas o Governo do Estado havia pedido mais tempo alegando falta de recursos.

EM PROTESTO CONTRA AS QUEIMADAS, CONTILNET MOSTRA FOTOS DE ANIMAIS MORTOS E VEGETAÇÃO DESTRUÍDA

ECONOMISTAS VEEM MAIS INFLAÇÃO EM 2016 E 2017, COM MENOR CORTE DA SELIC NO PRÓXIMO ANO, DIZ FOCUS


Flavia Bohone - Economistas ouvidos semanalmente pelo Banco Central aumentaram suas projeções para inflação este ano e no próximo e passaram a ver menor corte da taxa básica de juros em 2017, em meio à persistente alta de preços sobretudo dos alimentos.

Pesquisa Focus do BC também mostrou que o Top 5 --grupo que mais acerta as previsões-- voltou a ver que a autoridade monetária vai reduzir a Selic, hoje a 14,25 por cento, neste ano.

O levantamento, divulgado nesta segunda-feira, mostrou que a estimativa para a alta do IPCA este ano subiu para 7,34 por cento, sobre 7,31 por cento na pesquisa anterior, estourando ainda mais a meta do governo, de 4,5 por cento, com margem de dois pontos percentuais para mais ou menos.

Para 2017, as expectativas sobre o IPCA subiram pela primeira vez após dez semanas, para 5,14 por cento, frente a 5,12 por cento do Focus anterior.

Apesar de recentemente ter perdido um pouco da força, os preços dos alimentos continuavam colocando pressão sobre a inflação. O IPCA-15, prévia do indicador oficial, mostrou alta próxima de 9 por cento em 12 meses acumulados até agosto.

Para a Selic, segundo o Focus, a projeção para o fim de 2017 subiu a 11,25 por cento, sobre 11 por cento na semana anterior, o primeiro movimento de alta após oito semanas de estabilidade.

A estimativa para a taxa básica de juros ao final deste ano foi mantida em 13,75 por cento.

O Top 5, por sua vez, voltou a ver a Selic no fim deste ano a 13,75 por cento, após indicar na semana passada que não haveria corte do juros básico até o fim do ano. Para 2017, a projeção permaneceu em 11,25 por cento.

O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne esta semana para definir o rumo da Selic e a expectativa é que seja mantida nos atuais 14,25 por cento.
O Focus mostrou ainda que a expectativa dos economistas para a retração do Produto Interno Bruto (PIB) este ano passou a 3,16 por cento, sobre 3,20 por cento na semana anterior. Para 2017, a expansão esperada era de 1,23 por cento, ante 1,20 por cento na semana passada.

Houve forte queda nas projeções de expansão da produção industrial de 2017, que passou a 0,50 por cento, sobre 1,05 por cento.

26 de ago de 2016

ACRE CONTARÁ COM SUPERINTENDÊNCIA DO DNIT; "ACRE AVANÇARÁ EM RELAÇÃO A CONSERVAÇÃO DA BR-364", DESTACA JESUS SÉRGIO


O deputado estadual, Jesus Sérgio, comemorou a notícia anunciada pelo secretário executivo do Ministério dos Transportes, Fernando Fortes, em reunião com o governador Tião Viana, em Brasília, que garantiu a implantação da superintendência própria do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no Acre.

Jesus Sérgio, que acompanha de perto das dificuldades e os entraves burocráticos envolvendo o andamento dos processos sobre a jurisdição da superintendência do Dnit de Rondônia, foi um dos primeiros parlamentares a defender a implantação da superintendência no Acre, inclusive requereu também uma unidade administrativa na Regional Tarauacá/Envira,a  fim de facilitar a fiscalização e execução das obras naqueles trechos da BR-364.

"Com uma superintendência no Acre será possível avançar e dar maior agilidade as questões envolvendo processos, licitações e recursos. A unidade garantirá, inclusive, maior celeridade quanto aos trabalhos de conservação da BR-364", destacou.

ECONOMIA DOS EUA CRESCE 1,1% NO 2° tri E GASTOS DO CONSUMIDOR MOSTRAM EXPANSÃO


Lucia Mutikani - O crescimento econômico dos Estados Unidos foi um pouco mais lento do que inicialmente esperado no segundo trimestre, com queda agressiva dos estoques das empresas ofuscando a alta nos gastos do consumidor.

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu à taxa anual de 1,1 por cento, informou o Departamento de Comércio nesta sexta-feira, em sua segunda estimativa para o PIB. O resultado foi um pouco abaixo da taxa de 1,2 por cento divulgada no mês passado.

A revisão também refletiu mais importações do que o estimado anteriormente, bem como fracos gastos por parte dos governos estaduais e locais. A economia cresceu ao ritmo de 0,8 por cento no primeiro trimestre e 1 por cento no primeiro semestre de 2016.

A revisão do crescimento do PIB no segundo trimestre ficou alinhada com as expectativas dos economistas. A economia tem lutado para recuperar o impulso desde que a produção começou a desacelerar nos últimos seis meses de 2015, o que a coloca em risco de estagnação.

Embora os dados até agora para o terceiro trimestre tenham sido mistos, o mercado de trabalho forte deve continuar dando suporte aos gastos dos consumidores e ao crescimento nos próximos trimestres. A produção também deve receber impulso, com as empresas reabastecendo os estoques após liquidá-los no segundo trimestre.

Os estoques empresariais caíram 12,4 bilhões de dólares no segundo trimestre, ante 8,1 bilhões de dólares no mês passado, a primeira queda desde o terceiro trimestre de 2011.

Os gastos dos consumidores foram revisados para cima para a taxa de 4,4 por cento --a mais rápida desde o quarto trimestre de 2014. As importações foram revisadas para crescimento de 0,3 por cento, em vez de diminuir à taxa de 0,4 por cento. As exportações subiram de 1,2 por cento.

25 de ago de 2016

TRIBUTO AO PASSADO - RIO BRANCO: AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS



Vista parcial externa da reforma do Hospital de Clínicas. Ampliação e remodelação. 
Data: 1977  
Acervo Digital: Memorial dos Autonomistas

JESUS SÉRGIO EMITE NOTA PÚBLICA DE ESCLARECIMENTO


Após uma série de boatos envolvendo um possível afastamento por 90 dias do exercício de meu mandato como deputado estadual junto à Assembléia Legislativa do Acre (Aleac), eu Jesus Sérgio de Menezes venho a público reafirmar o compromisso com meus eleitores e com o povo do Acre. 

Informo que o afastamento era cogitado, em virtude de problemas na coluna vertebral e no trato respiratório, recorrentes, os quais venho a meses protocolando, o tratamento, devido aos inúmeros compromissos políticos. 

No final da tarde da última terça-feira, 23, após receber o resultado de uma ressonância computadorizada com laudo médico, ficou evidenciado que não haveria necessidade de afastamento das funções para realização do tratamento médico. Logo, esclareço que se houvesse tal necessidade, a mesma se daria por questões de saúde e não políticas como foi veiculado.

Diante disso, aproveito para repudiar as acusações envolvendo meu nome, onde em nenhuma delas fui procurado para prestar esclarecimentos, o que vai contra os princípios básicos do jornalismo sério e comprometido com a verdade. Considero lamentável que especulações, que permeiam o meio político, venham a público como verdade absoluta sem que haja o direito de resposta que é devido a todo cidadão. 

Sem mais, deixo meus sinceros votos de estima e respeito à imprensa e a sociedade acreana.


Rio Branco, Acre, 25 de agosto de 2016.


Jesus Sérgio de Menezes

MINISTÉRIO DA PESCA SUSPENDE 6.327 CARTEIRAS DE PESCADORES NO ACRE


Ray Melo - A Secretaria da Pesca e Aquicultura suspendeu o registros 6.327 pescadores que teriam direito a receber o seguro-defeso no Acre. O benefício é concedido a pescadores profissionais artesanais durante o período proibido para a atividade pesqueira, com o objetivo de preservar as espécies de peixes.

A coordenação de Pesca e Aquicultura no Estado já enviou às colônias de pescadores, ofício e a relação dos beneficiários do Seguro Defeso que estão suspensos por falta de manutenção. A suspensão foi determinada pela portaria ministerial de número 11 de 21 de julho de 2016.

A medida reforça a suspeita de derrame de carteiras de pescadores, que concedem o direito de recebimento do valor de um salário mínimo enquanto ocorre a paralisação da pesca. O seguro-defeso é um dos benefícios que estão sendo reavaliados e aperfeiçoados pelo governo federal.

Para regularizar a situação, os pescadores precisam apresentar a documentação 60 dias antes da data de aniversário, relatório de exercício da atividade de pescador artesanal profissional, cópia do número de inscrição do trabalho (NIT) e uma foto atual 3×4 – na coordenação de Pesca do Acre.

A retirada de novas carteiras passará pelo processo de investigação para que permaneça apenas quem realmente vive da pesca. O objetivo é que apenas as pessoas que tirem o sustento exclusivamente da pesca recebam o Seguro Defeso, além de detectar irregularidades cometidas anteriormente.

A coordenação de Pesca e Aquicultura no Estado esclarece que as carteiras que forem canceladas, o pescador para fazer pedido de uma nova carteira tem que esperar o prazo de 24 meses. A relação dos pescadores que tiveram o benefício suspenso pode ser conferida no site www.agricultura.gov.br

BC PERDE R$184,6 Bi E FECHA 1º SEMESTRE COM RESULTADO NEGATIVO DE R$17,3 Bi


Marcela Ayres - O Banco Central teve um resultado financeiro negativo líquido de 184,6 bilhões de reais no primeiro semestre com as reservas internacionais e derivativos cambiais, impactado diretamente pela desvalorização de 17,8 por cento do dólar ante o real, no pior resultado para o período da série iniciada em 2008.

As perdas com as reservas internacionais chegaram a 263,4 bilhões de reais, já que esses ativos são denominados em dólar e veem seu valor diminuir quando a moeda norte-americana cai ante o real. De outro lado, houve ganho com os swaps cambiais de 78,71 bilhões de reais, também reagindo à oscilação cambial.

Com isso, o resultado do BC com suas atividades --envolvendo operações de mercado aberto, depósitos compulsórios, entre outras-- ficou negativo em 17,31 bilhões de reais no primeiro semestre, revertendo resultado positivo de 35,2 bilhões de reais em igual etapa de 2015.

O resultado negativo do BC será coberto pelo Tesouro Nacional até o 10º dia de 2017, de acordo com o balanço do BC aprovado pelo Conselho Monetário Nacional nesta quarta-feira.

24 de ago de 2016

JESUS SÉRGIO PEDE AFASTAMENTO POR PROBLEMAS DE SAÚDE E SEGUNDO SUPLENTE "NENÉM' DEVE ASSUMIR


Segundo o presidente do partido, ex-deputado Luiz Tchê, Jesus Sérgio está com um grave problema de coluna

RÉGIS PAIVA - O deputado estadual Jesus Sérgio (PDT) deu entrada em um pedido de licença médica para se afastar por um período de 90 dias. Mas tudo indica que a vaga será assumida pelo segundo-suplente, pois o primeiro não quer largar o cargo de secretário de Estado.

Segundo o presidente do partido, ex-deputado Luiz Tchê, Jesus Sérgio está com um grave problema de coluna, inclusive com danos aos membros inferiores e necessita se afastar para cuidar da saúde.

O primeiro pedido de Jesus Sérgio foi rejeitado por não atender aos requisitos burocráticos da lei, mas o segundo deve ser lido em plenário ainda nesta semana. Depois da leitura em plenário, a mesa tem 48 horas para chamar o primeiro-suplente e este tem 30 dias para dizer se aceita ou não.

Mas tudo indica que a desistência seja apresentada na mesma hora, pois o suplente, Henry Antônio Silva Nogueira (PDT), não quer largar o cargo de secretário de Estado de Pequenos Negócios.

Ainda assim, a recusa tem de ser lida em plenário para ser efetuada a chamada do segundo-suplente, o qual tem também 30 dias para responder e somente poderá ser empossado na próxima seção. Ou seja, no mínimo três seções para a posse do novo deputado.

Neném deve assumir cargo deixado por Jesus Sérgio
Foto: Reprodução
Edvaldo Almeida de Oliveira, mais conhecido por “Neném”, o segundo-suplente do partido, foi o 48º mais votado em 2014, tendo recebido 2.448 votos. Ele é bancário, possui nível superior e tem 47 anos.

AERONÁUTICA CASSA MEDALHAS DE MENSALEIROS JOSÉ DIRCEU E JOSÉ GENOINO


Cassação de medalhas de mensaleiros só saiu por pressão do MPF


Depois de muita resistência, o Comando da Aeronáutica, enfim, cassou as medalhas de Ordem do Mérito Aeronáutico aos mensaleiros condenados José Dirceu e José Genoino. O ato retirando o grau de Grande Oficial de Dirceu e o de Comendador de Genoino foi assinado pelo tenente brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato no último dia 26 de julho, mas publicado no Diário Oficial da União desta quinta (18).

A exclusão deveria ter sido automática após a condenação transitada em julgado no caso do Mensalão, conforme prevê o Art. 29, inciso II, alínea a, que determina a cassação da honraria de graduados que tenham sido condenados pela justiça por crime contra a “soberania nacionais, ou atentado contra o erário, instituições e a sociedade”.

Apesar disso, a Aeronáutica só tirou as condecorações dos petistas depois de receber o ofício nº 654 do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, cobrando o cumprimento da legislação.

FONTE: Diário do Poder

ORDEM DO MÉRITO AERONÁUTICO

As primeiras condecorações criadas na Força Aérea Brasileira foram as da ordem honorífica do “Mérito Aeronáutico”, em 1943, semelhante à “Ordem do Mérito Naval”, da Marinha, e à “Ordem do Mérito Militar”, do Exército, que existiam desde 1934.

A idéia da instituição da “Ordem do Mérito Aeronáutico” nasceu no Touring Clube do Brasil, que apresentou a sugestão de criação à Comissão Nacional de Comemorações do 30º Aniversário do Primeiro Vôo de Santos-Dumont.

O projeto foi então encaminhado ao Congresso pelo Deputado Demétrio Xavier e, no dia 1º de novembro de 1943, por meio do Decreto-Lei nº 5.961, a condecoração foi criada. Sua mais recente regulamentação data de 4 de maio de 2000.

A “Ordem do Mérito Aeronáutico” é destinada a premiar os militares da Aeronáutica que tenham prestado notáveis serviços ao País ou tenham se distinguido no exercício de sua profissão, assim como para reconhecer serviços prestados à Aeronáutica por personalidades civis e militares e por Organizações Militares e instituições civis, brasileiras ou estrangeiras.

A distinção pode ser concedida em cinco graus: Grã-Cruz, Grande Oficial, Comendador, Oficial e Cavaleiro.

NOTA DO PODER AÉREO: o que esses senhores fizeram para receber tão grande distinção? quando medalhas são dadas a qualquer um, perdem completamente o valor.

MERCOSUL BAGUNÇADO


Em reunião, sócios do Mercosul defendem colegiado no comando
Só falta aval do Uruguai para proposta de Brasil, Argentina e Paraguai
   
ELIANE OLIVEIRA / JANAÍNA FIGUEIREDO  - BRASÍLIA e BUENOS AIRES - Brasil, Paraguai e Argentina estão prontos para colocar em prática, imediatamente, um plano de emergência para que o Mercosul não fique acéfalo até o fim do ano. Falta apenas o Uruguai dar o sinal verde para que o bloco passe a ser dirigido por uma espécie de colegiado composto por representantes dos quatro países fundadores. A expectativa é que o governo uruguaio dê uma resposta ainda hoje.

O acerto foi feito ontem, em Montevidéu, durante reunião entre os coordenadores do Mercosul dos quatro países, que durou praticamente todo o dia. A crise no bloco foi desencadeada pela decisão do Uruguai de transferir, em julho, a presidência pro tempore para a Venezuela, apesar da oposição dos governos de Brasil, Paraguai e Argentina. A presidência do bloco é temporária, cada mandato dura seis meses e a sucessão se dá por ordem alfabética. Assim, em janeiro de 2017, a Argentina assume o posto.

— Passamos o dia discutindo sobre como lidar com essa questão da Venezuela — disse uma fonte que esteve no encontro.

Segundo essa fonte, durante a reunião, os representantes dos quatro países concordaram que a Venezuela não cumpriu os requisitos previstos no protocolo de adesão ao bloco, para se tornar membro pleno. Os critérios são técnicos e políticos, uma vez que uma das acusações a Caracas é que há falhas no sistema democrático e de respeito aos direitos humanos. Os venezuelanos poderão ser rebaixados a associados ao Mercosul — como Chile e Bolívia — ou mesmo suspensos da união aduaneira.

De acordo com o vice-chanceler paraguaio, Rigoberto Gauto, o governo venezuelano, apesar de ter sido convidado, não enviou representantes ao encontro. Gauto explicou que os técnicos dos países fundadores do Mercosul levarão sugestões aos respectivos chanceleres do bloco sobre como agir em relação à Venezuela.

CARACAS CRIA AGENDA

Ontem, o Parlamento do Paraguai condenou “as violações dos direitos humanos e da democracia” na Venezuela e a atitude do país em relação ao Mercosul. O governo do presidente Horacio Cartes foi, desde o começo da crise, um dos mais duros com Caracas.

— Sentimos um pouquinho sua falta, teria sido bom que tivesse vindo, para falarmos sobre todos os temas que estão em debate — declarou o vice-chanceler paraguaio.

Além de não ter ido à reunião, o governo do presidente Nicolás Maduro publicou uma agenda de futuros encontros em Caracas, aos quais a Venezuela diz que deveriam comparecer os sócios do bloco. Assim ocorre quando um país tem a presidência pro tempore do Mercosul. Porém, Brasil, Argentina e Paraguai não reconhecem o comando dos venezuelanos

Mais uma vez, a pressão da ala liderada pelo senador e ex-presidente uruguaio José Mujica é forte dentro de seu país e da aliança de governo e explica, em grande medida, a posição do governo do presidente Tabaré Vázquez em relação à situação da Venezuela no bloco. Segundo fontes uruguaias, Vázquez estaria disposto a aceitar a agenda de trabalho proposta por Caracas.

Ontem, líderes opositores venezuelanos criticaram as ações do país no Mercosul. O governador do estado Miranda e ex-candidato presidencial, Henrique Capriles, disse no Twitter:“é imoral que a Venezuela presida o Mercosul, agradeço as posições de Brasil, Argentina e Paraguai".

Nota do Blog: O subtítulo é o título original

20 de ago de 2016

EX-PRESIDENTE DA OAS DELATA MINISTRO DIAS TOFFOLI


Em proposta de colaboração com a Justiça, Léo Pinheiro fala de suas relações com o magistrado e de uma obra em sua “mansão de revista”

 INFILTRAÇÃO - Dias Toffoli: o ministro reafirmou que conhece o empreiteiro e garante que não pediu nem recebeu nada dele (Carlos Humberto/SCO/STF/VEJA)

Era um encontro de trabalho como muitos que acontecem em Brasília. O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, e o empreiteiro José Aldemário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, então presidente da construtora OAS, já se conheciam, mas não eram amigos nem tinham intimidade. No meio da conversa, o ministro falou sobre um tema que lhe causava dor de cabeça. Sua casa, localizada num bairro nobre de Brasília, apresentava infiltrações e problemas na estrutura de alvenaria. De temperamento afável e voluntarioso, o empreiteiro não hesitou. Dias depois, mandou uma equipe de engenheiros da OAS até a residência de Toffoli para fazer uma vistoria. Os técnicos constataram as avarias, relataram a Léo Pinheiro que havia falhas na impermeabilização da cobertura e sugeriram a solução. É um serviço complicado e, em geral, de custo salgado. O empreiteiro indicou uma empresa especializada para executar o trabalho. Terminada a obra, os engenheiros da OAS fizeram uma nova vistoria para se certificarem de que tudo estava de acordo. Estava. O ministro não teria mais problemas com as infiltrações — mas só com as infiltrações.

A história descrita está relatada em um dos capítulos da proposta de delação do empreiteiro Léo Pinheiro, apresentada recentemente à Procuradoria-Ge­ral da República e à qual VEJA teve acesso. Condenado a dezesseis anos e quatro meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa no escândalo do petrolão, Léo Pinheiro decidiu confessar seus crimes para não passar o resto dos seus dias na cadeia. Para ganhar uma redução de pena, o executivo está disposto a sacrificar a fidelidade de longa data a alguns figurões da República com os quais conviveu de perto na última década. As histórias que se dispõe a contar, segundo os investigadores, só são comparáveis às do empreiteiro Marcelo Odebrecht em poder destrutivo. No anexo a que VEJA teve acesso, pela primeira vez uma delação no âmbito da Lava-Jato chega a um ministro do Supremo Tribunal Federal.

No documento, VEJA constatou que Léo Pinheiro, como é próprio nas propostas de delação, não fornece detalhes sobre o encontro entre ele e Dias Toffoli. Onde? Quando? Como? Por quê? Essas são perguntas a que o candidato a delator responde apenas numa segunda etapa, caso a colaboração seja aceita. Nessa primeira fase, ele apresenta apenas um cardápio de eventos que podem ajudar os investigadores a solucionar crimes, rastrear dinheiro, localizar contas secretas ou identificar personagens novos. É nesse contexto que se insere o capítulo que trata da obra na casa do ministro do STF.

Tal como está, a narrativa de Léo Pinheiro deixa uma dúvida central: existe algum problema em um ministro do STF pedir um favor despretensioso a um empreiteiro da OAS? Há um impedimento moral, pois esse tipo de pedido abre brecha para situações altamente indesejadas, mas qual é o crime? Léo Pinheiro conta que a empresa de im­per­mea­bi­li­za­ção que indicou para o serviço é de Brasília e diz mais: que a correção da tal impermeabilização foi integralmente custeada pelo ministro Tof­fo­li. Então, onde está o crime? A questão é que ninguém se propõe a fazer uma delação para contar frivolidades. Portanto, se Léo Pinheiro, depois de meses e meses de negociação, propôs um anexo em que menciona uma obra na casa do ministro Toffoli, isso é um sinal de que algo subterrâneo está para vir à luz no momento em que a delação for homologada e os detalhes começarem a aparecer.

19 de ago de 2016

COMISSÃO DE OBRAS PÚBLICAS DA ALEAC ANALISA CRONOGRAMAS DE OBRAS DO ESTADO


A Comissão de Obras Públicas, Transporte e Comunicação da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), se reuniu na manhã desta quarta-feira (17) para tratar das obras que estão sendo realizadas pelo governo na capital e no interior. Eles decidiram agendar uma reunião com o secretário de Obras do Estado, Leonardo Neder, para conversar sobre as obras que se encontram paralisadas no Estado.

Em maio deste ano a Comissão de obras visitou trechos da BR-364 que cortam os municípios de Sena Madureira, Manoel Urbano, Feijó e Tarauacá. Na época, os deputados elaboraram um relatório que foi apresentado ao governo do Estado e aos parlamentares da bancada federal, com a finalidade de buscar recursos para a recuperação dos trechos que apresentam problemas.

O presidente da Comissão, deputado Jesus Sérgio (PDT), disse que a intenção é colaborar para assegurar a continuidade e a conclusão de todas essas obras que são fundamentais para o desenvolvimento do nosso Estado.

“Na visita que fizemos à BR-364 obtivemos êxito e colaboramos para a continuidade da obra. Agora, queremos garantir a continuidade das obras que estão sendo executadas pelo governo na capital e no interior. Algumas dessas obras estão paradas e isso é preocupante. Queremos conversar com o secretário de Obras do Estado para saber o que está acontecendo”, disse.

COMITÊ OLÍMPICO DOS EUA ADMITE ERRO DE NADADORES E PEDE DESCULPAS AO BRASIL


COMITÊ DOS EUA SE DESCULPA PELO CASO LOCTHE: 'COMPORTAMENTO DESTES ATLETAS É INACEITÁVEL'

Comitê dos EUA se desculpa por caso Lochte: 'Comportamento destes atletas é inaceitável'
Declaração atribuída ao presidente da delegação americana, Scott Blackmun, admite "ato de vandalismo'

O presidente do Comitê Olímpico dos EUA, Scott Blackmun fala à imprensa no dia da abertura dos Jogos Olímpicos Rio-2016 - GOH CHAI HIN / AFP/5-8-2016

MIGUEL CABALLERO - Em nota oficial, o Comitê Olímpico dos Estados Unidos (Usoc) na sigla em inglês, pede desculpas ao Brasil. O documento, que admite 'ato de vandalismo' por parte de um dos atletas, é atribuído ao presidente do Usoc Scott Blackmun.

"O comportamento destes atletas é inaceitável, e eles não representam os valores do Time EUA or a conduta da vasta maioria de seus integrantes. Vamos avaliar a fundo a questão, e quaisquer consequencias potenciais aos atletas, quando voltarmos aos Estados Unidos" .

"Em nome do Comitê Olímpico dos Estados Unidos, pedimos desculpas aos nossos anfitriões no Rio e ao povo do Brasil por essa provação que nos desvia a atenção do que deveria ser justamente uma celebração da excelência."


Combinação de fotos mostra os nadadores do time olímpico dos EUA 
James Feigen (alto à esquerda),  Ryan Lochte (alto, à direita),
Gunnar Bentz (à esquerda)  and Jack Conger,   envolvidos no episódio 
de falso assalto  após uma festa na Casa França,  
no fim de semana - STAFF / AFP
ÍNTEGRA DA NOTA

Segue abaixo o texto da nota completa, , atribuída ao presidente do Usoc Scott Blackmun:

"Dois nadadores do time Olímpico (Gunnar Bentz e Jack Conger) deram seus depoimentos a autoridades locais sobre o incidente relatado no domingo (14 de agosto de 2016). Seus passaportes foram liberados e eles deixaram o Rio recentemente."

"Após prestarem declarações mais cedo na semana, um terceiro nadador (James Feigen) deu uma declaração revista esta noite na esperança de garantir a liberação de seu passaporte tão logo quanto possível."

"Trabalhando em colaboração com o Consulado-Geral dos Estados Unidos no Rio, nós coordenamos a cooperação dos atletas com as autoridades locais e garantimos a segurança deles durante o processo, mas nós não vimos os depoimentos completos prestados por Bentz e Conger."

"Contudo, entendemos que eles descrevem os eventos que muitas pessoas viram nas imagens das câmeras de segurança que foram tornadas publicas hoje (qiunta-feira).Em nosso entendimento, os quatro atletas (Bentz, Conger, Feigen e Ryan Lochte) deixaram a Casa França na madrugada de 14 de agosto em um táxi em direção à Vila Olímpica. "

"Eles pararam em um posto de combustíveis para usar o banheiro, onde um dos atletas cometeu um ato de vandalismo. Seguiu-se uma discussão entre os atletas e dois funcionários da segurança armados do posto de gasolina, que exibiram suas armas, ordenaram aos atletas que saíssem do veículo e exigiram que os atletas providenciassem um pagamento . Uma vez que os funcionários receberam o dinheiro dos atletas, os atletas foram autorizados a sair."

"O comportamento destes atletas não é aceitável, e eles não representam os valores do Time EUA or a conduta da vasta maioria de seus integrantes. Vamos avaliar a fundo a questão, e quaisquer consequencias potenciais aos atletas, quando voltarmos aos Estados Unidos."

"Em nome do Comitê Olímpico dos Estados Unidos, pedimos desculpas aos nossos anfitriões no Rio e ao povo do Brasil por essa provação que nos desvia a atenção do que deveria ser justamente uma celebração da excelência."

" Com três dias ainda restando nos Jogos Olímpicos, nosso foco prncipal se manterá no apoio aos atletas que estão ainda competindo e celebrando a conquista daqueles que já concluíram."

JUSTIÇA ANULA ACORDO DA SAMARCO COM UNIÃO E MANTÉM AÇÃO DE R$20 Bi, DIZ MPF


 - A Justiça anulou a homologação do acordo firmado entre as mineradoras Samarco, Vale e BHP Billiton com a União e Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, após o rompimento de uma barragem de rejeitos em Mariana (MG), informou nesta quinta-feira o Ministério Público Federal (MPF).

Além disso, manteve decisão liminar contra a Samarco, após ação movida em novembro, ajuizada pela União e Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, além de outros institutos, explicou o órgão. A ação civil pública previa a criação de um fundo de 20,2 bilhões de reais para reparação de danos.

As decisões foram tomadas na quarta-feira pela Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), embora mais cedo a Vale tenha informado que a decisão sobre a manutenção da liminar havia sido tomada pela TRF2.

Com a anulação da homologação do acordo entre as mineradoras e autoridades, segundo o MPF, a ação será julgada pelo Juízo da 12ª Vara Federal da Seção Judiciária de Minas Gerais.

"A homologação tinha que ser revista, porque violava a competência do juízo de primeiro grau, além de impedir a participação de outros legitimados que já haviam pedido para ingressar na ação originária", afirmou o MPF.

O rompimento da barragem da Samarco, uma joint venture da brasileira Vale , maior produtora global de minério, e a anglo-australiana BHP Billiton, maior mineradora do mundo, deixou 19 mortos, centenas de desabrigados e poluiu o rio Doce, que deságua no litoral capixaba.

A ação civil de novembro também pediu a decretação da indisponibilidade das licenças e concessões para a exploração de lavras existentes em favor da Samarco, da Vale e da BHP, assim como os direitos decorrentes dessas concessões.

A decisão, segundo a Vale, não limita as suas atividades de produção e comercialização.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já havia suspendido o acordo assinado entre mineradoras e autoridades em resposta a um pedido da Procuradoria-Geral da República. 
No acordo, as mineradoras se comprometeram com a União e os governos estaduais de Minas e Espírito Santos com o empenho de valores ao longo dos próximos anos para compensações e reparações ao desastre socioambiental, considerado o pior da história do Brasil.

Apesar das decisões judiciais, a Vale afirmou nesta quinta-feira em nota ao mercado que as empresas permanecerão cumprindo o acordo realizado.

"A Vale esclarece que o acordo celebrado com as Autoridades Brasileiras em 2 de março de 2016 (Acordo) no âmbito da referida ação civil pública continua válido e as partes continuarão a cumprir com as suas obrigações lá previstas", disse.

Recentemente, as empresas criaram a Fundação Renova para desenvolver e executar os programas de longo prazo para remediação e compensação previstos no acordo.

"A Vale continua adotando todas as medidas para assegurar seu direito de defesa na ação e na homologação do acordo, mantendo o mercado informado caso haja qualquer nova informação relacionada a tal ação", disse a empresa no comunicado.

Marta Nogueira; Edição Paula Arend Laier e Gustavo Bonato

9 de ago de 2016

MILITARES DÃO AS PRIMEIRAS MEDALHAS PARA O BRASIL NAS OLIMPÍADAS DO RIO 2016


O sargento do Exército, Felipe Wu na modalidade de tiro esportivo ganhou a medalha de prata repetindo o feito de 1920, na Antuérpia, quando o tenente Guilherme Paraense conquistou a primeira medalha para o Brasil.


Rafaela Lopes Silva, judoca brasileira e e também militar da Marinha do Brasil, conquistou ontem a medalha de ouro nas Olimpíadas Rio 2016.